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Aqui, terror é cultura: explore relatos, fatos assustadores, fotos macabras e cinema de terror.

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A MÚSICA DO DIABO — O MISTÉRIO POR TRÁS DO “IL TRILLO DEL DIAVOLO”

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QUERO MEDO • ESPECIAL

A Música do Diabo

Il Trillo del Diavolo — a história de uma composição que atravessou três séculos cercada por uma pergunta inquietante
Tartini e o Diabo — a lenda do encontro
Imagem de abertura

Imagine acordar no meio da noite com uma música na cabeça.
Uma música tão extraordinária que você não consegue acreditar que foi capaz de inventá-la.

Agora imagine descobrir que, segundo a história, quem a tocou para você não foi um professor, um mestre ou outro músico — mas o próprio Diabo.

O homem por trás da lenda

Giuseppe Tartini nasceu em 1692 e se tornou um dos grandes violinistas e compositores do período barroco. Em Pádua, fundou uma importante escola de violinistas e deixou uma obra extensa. Sua reputação como virtuose ajudou a transformar seu nome em sinônimo de excelência técnica.

Mas uma história contada durante sua vida acabaria fazendo com que Tartini fosse lembrado por algo ainda mais estranho: um sonho no qual o Diabo teria aparecido diante dele e tocado uma música impossível.

O Diabo diante do violinista
O visitante do sonho
A pergunta que atravessou os séculos

TERIA SIDO MESMO UM SONHO?

O relato é atribuído a Tartini, mas chegou até nós por meio do astrônomo Joseph Jérôme de Lalande. É uma história antiga — não uma gravação do acontecimento. E essa diferença será importante.

Quando o Diabo pegou o violino

Segundo o relato associado a Lalande, em 1713 Tartini teria sonhado que encontrara o Diabo. O visitante infernal teria se colocado a seu serviço e, em determinado momento, assumido o violino.

Então veio a parte que transformaria o sonho em lenda.

O Diabo começou a tocar. Tartini teria ouvido uma execução tão impressionante que, depois de despertar, tentou registrar aquilo de que conseguia se lembrar.

O violino e a música impossível
O momento sobrenatural

A música que não cabia na memória

A tradição diz que Tartini considerava a música escrita ao acordar apenas uma sombra do que ouvira no sonho. A imagem do compositor tentando capturar no papel uma melodia que desaparecia de sua memória é uma das razões pelas quais a história continua tão poderosa.

O despertar

É fácil imaginar a cena: madrugada, uma vela acesa, papel sobre a mesa e um músico tentando recuperar, antes que desapareça, aquilo que acabara de ouvir.

Mas aqui precisamos frear a narrativa por um instante. A versão popular acrescentou ao longo do tempo diversos episódios dramáticos — inclusive histórias de desespero, doença e tentativas de suicídio — que não podemos apresentar como fatos comprovados apenas porque aparecem em relatos modernos.

Tartini escrevendo a música
O despertar
IMPORTANTE: esta matéria separa deliberadamente a tradição lendária dos fatos históricos documentados. A história do sonho é tradicionalmente associada a Tartini; os detalhes posteriores atribuídos a esse episódio não devem ser tratados automaticamente como biografia comprovada.

A Sonata do Diabo

A obra existe. É a Sonata em Sol menor para violino conhecida mundialmente como Il Trillo del Diavolo, o Trinado do Diabo.

Mas existe uma primeira surpresa: embora a lenda atribua a composição ao episódio de 1713, a Los Angeles Philharmonic informa que a maioria dos estudiosos a situa provavelmente na década de 1740. A obra só apareceu impressa no fim do século XVIII, depois da morte de Tartini.

O que é documentadoGiuseppe Tartini viveu entre 1692 e 1770 e foi um dos grandes violinistas do período barroco.
O que pertence à tradiçãoO relato de que o Diabo apareceu em sonho e tocou para Tartini.
Uma dúvida cronológicaA tradição aponta 1713; estudiosos costumam situar a sonata na década de 1740.
PublicaçãoA sonata conhecida como “Devil's Trill” não foi impressa durante a vida de Tartini; a LA Phil registra publicação em 1798.
O violino em close
A técnica do trinado

Por que o trinado parece impossível?

O violino é o protagonista absoluto da sonata. No famoso trecho, Tartini combina duas cordas com um trinado na corda superior. O resultado pode dar ao ouvinte a impressão de que mais de uma linha musical está acontecendo ao mesmo tempo.

Não é necessário nenhum elemento sobrenatural para explicar a dificuldade. É técnica, coordenação, afinação, arco e controle de ambas as mãos levados a um nível extraordinário.

OUÇA O TRINADO DO DIABO

Coloque fones de ouvido e preste atenção à passagem do trinado. O efeito é especialmente impressionante quando as duas cordas parecem criar vozes simultâneas.

▶ OUVIR IL TRILLO DEL DIAVOLO NO YOUTUBE
Partitura e violino à luz de vela
A música que atravessou os séculos

O Diabo na música

Existe ainda outra história que ajudou a alimentar a fama demoníaca da peça: a associação entre o trítono e a expressão diabolus in musica.

O trítono é um intervalo de três tons inteiros. Seu som pode produzir forte sensação de tensão e instabilidade, e compositores o utilizaram para criar expectativa, inquietação e até representar personagens ou situações ameaçadoras.

Mas a Igreja realmente proibiu o trítono?

Não da maneira como a lenda popular costuma contar. A ideia de que a Igreja Católica teria criado uma proibição geral contra o trítono por ser “a música do Diabo” não encontra sustentação histórica simples. A expressão e sua evolução são muito mais complexas; o intervalo foi evitado em determinados contextos por razões musicais e técnicas, e a associação demoníaca ganhou força posteriormente.

Tartini e o Diabo — imagem histórica
Arquivo original

A lenda cresce

É justamente nesse ponto que a história de Tartini se torna fascinante. Temos um compositor real, uma obra real, um relato antigo sobre um sonho e uma música tecnicamente extraordinária.

Ao redor desses elementos, gerações acrescentaram detalhes, interpretações e explicações. A lenda cresceu até que o homem e a história passaram a ser quase inseparáveis.

Tartini e o Diabo — segunda imagem
Arquivo original

Entre história e imaginação

Não precisamos decidir que o Diabo realmente apareceu para Tartini para apreciar a história. O mistério está justamente no espaço que permanece entre aquilo que pode ser documentado e aquilo que só pode ser contado.

Tartini e o Diabo — terceira imagem
Arquivo original

O que realmente sabemos?

Sabemos que Tartini foi um músico extraordinário. Sabemos que a história do sonho foi associada a ele por Lalande. Sabemos que existe uma sonata em Sol menor chamada Il Trillo del Diavolo. E sabemos que sua escrita violinística exige enorme domínio técnico.

Também sabemos que a cronologia tradicional não deve ser aceita sem ressalvas. A sonata é geralmente datada da década de 1740, enquanto a história do sonho aponta para 1713.

Tartini e o Diabo — quarta imagem
Arquivo original

E se a música realmente tivesse vindo do sonho?

Talvez Tartini tenha tido um sonho extraordinariamente vívido.

Talvez tenha ouvido, durante o sono, uma música criada pelo próprio cérebro e acordado com fragmentos dela na memória.

Talvez a história tenha sido embelezada.

Ou talvez o compositor realmente tenha acreditado que ouvira algo que não sabia explicar.

A resposta permanece escondida

O DIABO REALMENTE TOCOU?

Não temos como provar.

E talvez seja justamente essa ausência de resposta que mantém o Trillo del Diavolo vivo.

IL TRILLO DEL DIAVOLO

O Trinado do Diabo.

Três séculos depois, a música continua sendo tocada.

E quando as notas começam a subir, o violino parece perguntar novamente aquilo que ninguém conseguiu responder:

quem estava realmente tocando naquela noite?

📜 Fontes e investigação

Universidade de Pádua — Giuseppe Tartini:
heritage.unipd.it

Los Angeles Philharmonic — Sonata in G minor, “Devil's Trill”:
laphil.com

Skeptical Inquirer — Diabolus in Musica e o mito da proibição do trítono:
skepticalinquirer.org

QUERO MEDO — pesquisa e reconstrução editorial. A narrativa distingue deliberadamente fatos documentados de tradição e lenda.

O TELEFONE PRETO 1 E 2: A FRANQUIA QUE FEZ O TERROR VOLTAR A ASSUSTAR | CRÍTICA QUERO MEDO

🎬 DOSSIÊ CINEMA QUERO MEDO

O TELEFONE PRETO 1 E 2

A ligação que transformou Ethan Hawke em um dos vilões mais perturbadores do terror moderno.

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Algumas histórias começam quando alguém atende o telefone.

Outras começam justamente quando ninguém deveria atender.

O Telefone Preto pertence ao segundo grupo.

Scott Derrickson transformou um objeto comum em um dos maiores símbolos do terror moderno. Um telefone desconectado passou a significar esperança, medo e desespero ao mesmo tempo.

Quando o primeiro filme terminou, parecia impossível repetir aquela sensação.

Três anos depois, o telefone voltou a tocar.

E nós atendemos outra vez.

Imagem promocional oficial de O Telefone Preto (2022).
Imagem promocional oficial de O Telefone Preto (2022).

Quando o telefone toca, o medo muda de voz

Scott Derrickson já havia mostrado em A Entidade que entende como poucos a construção da tensão. Em O Telefone Preto, ele leva essa habilidade ainda mais longe.

O filme nunca corre.

Ele respira.

Cada ligação aumenta o peso daquela sala.

Cada conversa com uma criança morta transforma o impossível em estratégia.

Enquanto isso, Ethan Hawke cria um vilão que quase nunca precisa mostrar o próprio rosto. Sua máscara muda de expressão como se tivesse vida própria, tornando o Grabber ainda mais inquietante.

O verdadeiro protagonista, porém, é Finney.

O roteiro evita transformar seu sofrimento em espetáculo. Cada tentativa de fuga parece possível o suficiente para fazer você acreditar.

E é exatamente por isso que funciona.

Trailer oficial — O Telefone Preto (2022)

⭐ O Telefone Preto (2022)
O terror que transformou um telefone desconectado em esperança.
9,5
QUERO MEDO
📁 VEREDITO FINAL
🌑 Atmosfera9,8
🎭 Vilão10
⚡ Tensão9,6
🎬 Vale assistir?Sem pensar duas vezes.
⚠️ E ENTÃO VOCÊ PERCEBE...
O verdadeiro monstro nunca foi apenas o Grabber. Era a esperança insistindo em tocar dentro de um telefone que jamais deveria funcionar. E talvez seja justamente por isso que o silêncio entre uma ligação e outra assuste mais do que qualquer grito.

O Telefone Preto 2 atende outra ligação

O segundo não tenta repetir o milagre do primeiro.

Em vez de copiar o confinamento sufocante do porão, Scott Derrickson expande o universo sobrenatural criado pelas ligações.

O medo deixa de viver apenas dentro de uma sala.

Agora ele atravessa sonhos, memórias e paisagens cobertas de neve.

Essa mudança faz o filme perder parte da tensão claustrofóbica que tornou o original quase perfeito.

Mas também impede que a sequência exista apenas como nostalgia.

Ela encontra coragem para seguir outro caminho.

Imagem promocional oficial de O Telefone Preto 2 (2025).
Imagem promocional oficial de O Telefone Preto 2 (2025).

Trailer oficial — O Telefone Preto 2 (2025)

⭐ O Telefone Preto 2 (2025)
Expande o universo da franquia sem perder sua identidade.
8,5
QUERO MEDO

O veredito do Cinema Quero Medo

O primeiro nos ensinou que um telefone pode salvar uma vida.

O segundo prova que algumas ligações nunca terminam.

Ethan Hawke continua sendo um dos rostos mais perturbadores do terror moderno, e poucas franquias recentes conseguiram criar um símbolo tão simples quanto um telefone que jamais deveria tocar.

Se um terceiro toque acontecer...

Nós vamos atender.

CONTINUE NO QUERO MEDO
Se o telefone voltou a tocar, talvez você não devesse atender.
🎬 Pânico no Sótão 🏨 Os 17 Hotéis Mais Assombrados 🕴 O Homem da Capa Preta 😴 Paralisia do Sono

O MAR DE SALISH E O MISTÉRIO DOS TÊNIS COM PÉS HUMANOS

O Mar de Salish e o Mistério dos Tênis com Pés Humanos
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O MAR DE SALISH E O MISTÉRIO DOS TÊNIS COM PÉS HUMANOS

Desde 2007, um fenômeno macabro transformou uma costa inteira em um dos casos reais mais perturbadores do mundo.

Algumas praias devolvem madeira. O Mar de Salish devolvia algo muito pior.

Imagine caminhar por uma praia silenciosa depois da maré baixa. O vento é frio, a neblina cobre o horizonte e, entre algas escuras e pedras molhadas, existe apenas um tênis abandonado. Nada parece estranho. Até você olhar um pouco melhor.

Dentro dele ainda existe um pé.

ARQUIVO DO MEDO

Desde agosto de 2007, mais de vinte pés humanos foram encontrados nas praias do Mar de Salish, entre o Canadá e os Estados Unidos.

O PRIMEIRO TÊNIS

Em 20 de agosto de 2007, uma menina caminhava pela Ilha Jedediah quando encontrou um tênis parcialmente coberto pela areia.

O primeiro tênis parecia apenas mais um objeto levado pela maré.

Dentro dele havia um pé humano ainda usando meia. Seis dias depois, outro apareceu em uma ilha próxima. Foi ali que o medo começou.

DETALHE PERTURBADOR

Os dois primeiros pés eram direitos, tinham o mesmo tamanho, mas pertenciam a pessoas diferentes.

A SEGUNDA MARÉ

Meses depois surgiu outro tênis. Depois outro. E outro. Moradores passaram a desconfiar de qualquer calçado abandonado perto da água.

Depois do segundo achado, parecia que o oceano havia começado uma contagem silenciosa.
“Era como se o mar estivesse devolvendo alguém aos poucos.”

AS TEORIAS MAIS SOMBRIAS

O Assassino Invisível

A hipótese mais popular dizia que um serial killer descartava apenas os pés das vítimas.

A Máfia

Outros acreditavam que organizações criminosas estavam enviando mensagens silenciosas.

Experimentos Secretos

Alguns apontavam para laboratórios clandestinos.

QUANDO O MEDO GANHOU UM ROSTO

Imagine caminhar pela areia, estender a mão para um tênis preso entre algas e perceber dedos humanos surgindo do tecido encharcado.

Algumas pessoas descobriram o horror antes mesmo da polícia chegar.
O MAIS PERTURBADOR

Durante anos, moradores passaram a evitar tocar em qualquer tênis encontrado na praia. O objeto mais comum do mundo havia se transformado em um símbolo de medo.

O HOMEM QUE CAMINHAVA NA NEBLINA

Enquanto a polícia investigava os fatos, outra história começou a circular entre moradores: uma figura encapuzada caminhando perto da água ao amanhecer.

A figura nunca foi identificada. Mas a lenda continuou crescendo.

QUANDO A PERÍCIA ENTROU EM CENA

As primeiras análises derrubaram a hipótese de amputações deliberadas.

A PRIMEIRA QUEBRA DO MISTÉRIO

O DNA revelou que muitos dos pés pertenciam a pessoas desaparecidas havia meses ou anos, vítimas de afogamentos, acidentes ou suicídios.

O QUE ACONTECE DEBAIXO D'ÁGUA

O tornozelo é uma região onde tecidos e ligamentos podem ceder após longos períodos submersos.

A ciência explicou boa parte do fenômeno, mas não apagou o horror da cena.

Os tênis modernos funcionam como pequenas boias, levando os pés de volta à superfície.

PESQUISA

As correntes do Mar de Salish, somadas às águas frias e à geografia da região, transformam essa costa em um enorme funil capaz de devolver objetos flutuantes às praias.

O OCEANO AINDA DEVOLVE SEGREDOS

Hoje sabemos como o fenômeno acontece. Mas nenhuma explicação científica consegue apagar a imagem de um tênis velho preso entre pedras, revelando uma meia... e depois dedos humanos.

E ENTÃO VOCÊ PERCEBE...

Talvez o verdadeiro horror do Mar de Salish nunca tenha sido encontrar pés humanos. Talvez tenha sido descobrir que a natureza consegue criar uma cena tão absurda que, durante anos, o mundo inteiro acreditou estar diante de um assassino invisível.

VOCÊ TERIA CORAGEM?

Se você encontrasse um tênis abandonado em uma praia deserta, teria coragem de olhar dentro dele?

Boa noite.

KAPPA — As Múmias do Demônio dos Rios do Japão

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Bem-vindos, amantes do terror!

Imagine caminhar sozinho ao lado de um rio silencioso no interior do Japão. A água parece imóvel. O vento mal balança as árvores. Então você percebe algo observando entre a vegetação.

Não é um peixe. Não é uma criança.

Segundo uma das lendas mais antigas do folclore japonês, é um Kappa, uma criatura aquática acusada há séculos de arrastar pessoas para o fundo dos rios. O detalhe mais perturbador é que algumas pessoas acreditam que corpos mumificados dessas criaturas existem até hoje.

Kappa

O que é um Kappa?

O Kappa é um dos yōkais mais conhecidos da cultura japonesa. Tradicionalmente descrito como um ser de aparência humanoide, possui pele esverdeada, mãos e pés palmados, um bico semelhante ao de uma tartaruga e uma cavidade cheia de água no topo da cabeça, considerada a fonte de sua força.

Durante séculos, histórias sobre Kappas serviram tanto para assustar crianças quanto para explicar desaparecimentos próximos a rios e lagos.

Gravura antiga de um Kappa

O demônio dos rios

As antigas histórias descrevem o Kappa como um predador paciente. Ele permaneceria escondido sob a água, esperando alguém se aproximar da margem antes de atacar.

Placa alertando sobre Kappa

Segundo o folclore, ele puxaria suas vítimas para as profundezas antes de devorá-las. Algumas versões ainda afirmam que o ataque começaria pela retirada de uma esfera espiritual chamada shirikodama, tornando essa criatura uma das figuras mais macabras da tradição japonesa.

Representação de um ataque de Kappa

Um caçador paciente

As lendas descrevem o Kappa como extremamente inteligente e sorrateiro. Ele permaneceria escondido entre a vegetação por longos períodos, observando suas vítimas antes de agir.

Kappa escondido na vegetação

Curiosamente, algumas histórias afirmam que, após recuperar membros amputados, certos Kappas ensinariam técnicas de medicina e irrigação às aldeias vizinhas, mostrando que nem todas as versões da lenda retratam a criatura como puramente maligna.

O fascínio por pepinos

Entre todas as curiosidades envolvendo o Kappa, nenhuma é tão famosa quanto sua obsessão por pepinos.

Kappa segurando um pepino

Segundo a tradição japonesa, oferecer um pepino poderia acalmar a criatura ou até evitar um ataque. Algumas famílias escreviam seus nomes no vegetal antes de lançá-lo ao rio.

A fraqueza escondida na cabeça

Todos os Kappas possuem uma cavidade cheia de água no topo da cabeça. Se um humano fizer uma reverência, a criatura responderia automaticamente. Nesse momento, a água escorreria de sua cabeça e ela perderia suas forças.

As misteriosas múmias de Kappa

É aqui que a história entra em seu ponto mais inquietante. Diversos templos e coleções antigas afirmam preservar restos mumificados atribuídos aos Kappas.

Múmia de Kappa 1
Múmia de Kappa 2
Múmia de Kappa 4
Múmia de Kappa 5
Múmia de Kappa 6
Coleção de múmias de Kappa

Não existe consenso científico sobre sua autenticidade. Alguns pesquisadores acreditam que muitas dessas peças foram montagens produzidas entre os séculos XVIII e XIX. Mesmo assim, elas continuam alimentando uma das lendas mais fascinantes do Japão.

REGISTRO // ARQUIVO DE LENDA

AS MISTERIOSAS MÚMIAS DE KAPPA

Classificação: Lenda Japonesa

Diversas múmias atribuídas aos Kappas permanecem preservadas em templos e coleções antigas. Sua autenticidade continua sendo debatida, mas o mistério atravessa gerações.

VOCÊ TERIA CORAGEM?

Mesmo hoje, algumas regiões do Japão ainda exibem placas alertando sobre Kappas próximos a rios.

Você entraria sozinho em um rio marcado por um aviso sobre Kappas?

PÂNICO NO SÓTÃO — O CURTA DE TERROR DE DAVID F. SANDBERG

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QUERO MEDO • CURTA DE TERROR

PÂNICO NO SÓTÃO

Alguns pesadelos não precisam de um longa-metragem.

Bem-vindos, amantes do terror!

Alguns dos melhores pesadelos não duram horas. Às vezes, bastam poucos minutos para deixar uma sensação incômoda que permanece muito depois dos créditos finais.

Hoje trazemos um curta-metragem dirigido por David F. Sandberg, o mesmo diretor de Annabelle: A Criação do Mal. Antes de conquistar Hollywood, Sandberg já demonstrava um talento impressionante para construir tensão usando sombras, silêncio e enquadramentos que fazem o espectador duvidar do que acabou de ver.

Se você gosta de terror psicológico e sustos construídos de forma inteligente, prepare-se. Vale a pena assistir com as luzes apagadas.

Pânico no Sótão
ARQUIVO • PÂNICO NO SÓTÃO

O MESTRE DO TERROR EM FORMATO CURTO

David F. Sandberg ficou conhecido por transformar ideias simples em experiências extremamente tensas. Seus curtas costumam explorar o medo do escuro, a expectativa constante e aquele desconforto de sentir que existe algo escondido bem diante dos nossos olhos.

Essa habilidade acabou chamando a atenção da indústria cinematográfica e abriu caminho para dirigir produções como Annabelle: A Criação do Mal.

LUZES APAGADAS • SOM ALTO • NENHUMA DISTRAÇÃO O silêncio também faz parte do terror.
A EXPERIÊNCIA COMEÇA AQUI

Recomendamos assistir sem distrações e, de preferência, com fones de ouvido.

▶ ASSISTIR AO CURTA
ARQUIVO // QUERO MEDO

DOCUMENTO CONFIDENCIAL

Classificação: Curta de Terror

Diretor: David F. Sandberg

Nível de tensão: Alto

Alguns dos trabalhos mais marcantes do diretor nasceram justamente no formato de curtas-metragens, provando que o medo nem sempre precisa de longa duração para funcionar.

VOCÊ TERIA CORAGEM?

Depois de assistir ao curta, responda nos comentários:

Qual foi o momento que mais fez você olhar para trás antes de apagar a luz?

17 HOTÉIS ASSOMBRADOS PELO MUNDO — HISTÓRIAS E LENDAS QUE AINDA ASSUSTAM

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Olá, amantes do terror, como vão?

Espero que ótimos!

Eu adoro história de hotéis assombrados, e você?

Tenho certeza que sim!

Hoje eu preciso fazer uma pergunta antes de começarmos.


Que tal conhecer os melhores hotéis assombrados do mundo?

QUERO MEDO apresenta:

OS 17 HOTÉIS MAIS ASSOMBRADOS DO MUNDO!


ARQUIVO QUERO MEDO // HOSPITALIDADE SOBRENATURAL

OS 17 HOTÉIS MAIS ASSOMBRADOS DO MUNDO

Alguns quartos recebem hóspedes. Outros parecem nunca deixá-los partir.

Entre corredores silenciosos, portas que se abrem sozinhas e histórias que atravessaram gerações, existem lugares onde a noite parece ter uma presença própria.

1. Hotel Stanley, Estados Unidos.



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Não que este seja o hotel mais mal assombrado do mundo, mas com certeza tornou-se o mais famoso tratando-se de terror logo após a filmagem do filme O Iluminado, de Stanley Kubrick.


Contudo, nem tudo é ficção, muitos dizem que é possível ouvir pianos tocando, portas batendo e vozes pelos corredores durante a noite e muitas crianças que desaparecem pelo salão, mas isso são só boatos. Você acreditaria?



2. Castelo Ross, Irlanda.

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O castelo era uma propriedade privada, seu dono, Barão Black, conhecido pelo péssimo temperamento. Quase um louco, mas consciente. 

Hoje, tornou-se num hotel a quem quiser se hospedar. Os hóspedes costumam ouvir gritos pelos corredores. Muitos dizem que o barão não abandonou o local e o assombra para manter os visitantes fora.

Aqui existe choro e ranger de dentes, dizem alguns visitantes!

3. Hotel Langham, Grã-Bretanha.


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Quarto 1408! Este hotel é o que mais se aproxima! O local foi palco de vários crimes com mortes curiosas e assustadoras. O fantasma mais ilustre do local é um médico que assassinou toda a família em um dos quartos e depois cometeu suicídio.

Dizem ser visto um homem  louco com uma faca e com um grande tumor na face que vive assustando hóspedes pode ser visto pelos corredores.  

Há também um funcionário do hotel que vaga pelos corredores limpando sangue com um rodo velho e esponjoso, não bastando relatam também uma senhora usando vestido xadrez que sempre joga-se pela janela dos quartos do último andar nas noites de sexta-feira.



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4. Hotel Roosevelt, Estados Unidos. 


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Hollywood!! Califórnia, nos Estados Unidos.

O Hotel Roosevelt sediou a  primeira cerimônia do Oscar, muitos dizem que  ainda abriga os espíritos de Montgomery Clift e de Marilyn Monroe, além de muitos outros artistas e alguns bêbados .



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5. Hotel Russel, Austrália.


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Localizado em Sydney, na Austrália, o hotel atrai milhares de hóspedes todos os anos. Contam que o espírito de um jovem marinheiro, que nunca fez check-out de seu quarto, possivelmente quarto 8,  e manifesta-se algumas noites pelo hall do hotel.
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6. Hotel Fairmont Banff Springs, Canadá.


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No Canadá os fantasmas que assombram este hotel são dois: um antigo porteiro e uma noiva, que morreu em um dos quartos no dia do casamento, acreditem, engasgada com uma rolha de vinho...
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7. Hotel Toftaholm Herrgard, Suécia.


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A casa era de um barão muito rico, que impediu o casamento de sua filha com um jovem pobre. O rapaz suicidou-se.
O espírito do rapaz passou a assombrar a família e posteriormente os hospedes do hotel. O fato perdura até hoje; seu quarto é o quarto 324. Tem coragem? 
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8. Hotel Taj Mahal Palace, Índia.


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Um dos hotéis mais ricos e lindos do mundo, foi criado por uma mente que não aceitou que sua obra fosse erguida ao lado errado do nascer do sol. O jovem engenheiro jogou-se do quinto andar e segundo dizem; permanece nele até hoje.
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09 -A Plantação Myrtles, Louisiana (EUA). 

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Uma escrava e uma jovem assombram este local a trezentos anos, a estátua foi construída para espantar as assombrações. Não adiantou e o local tornou-se turístico até a data atual.
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10 - Le Pavillon, Nova Orleans (EUA).


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Assombrado pelos fantasmas de uma jovem garota chamada "Adda" e "Eva", que residem no saguão do hotel e por vezes aparecem também segurando as mãos de um espírito de garoto brincalhão, sem sapatos. Não fazem mal, mas as vezes escondem crianças nos armários. Segundo relatos. O filho de uma hóspede foi encontrado entre as vassouras de um armário trancado no 2º andar.

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11 - Hotel Ahwahnee, Yosemite National Park (EUA).


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Quando você ama, nunca abandona, este é o caso de Mary Curry Tresidder que após falecer  nunca abandonou este hotel e pôde ser avistada diversas vezes no topo da escada conferindo os novos hóspedes, ou em sua cadeira de balanço, balançando e fumando. Contudo hoje a cadeira já não existe mais, mas continua sendo avistada lá...balançando e fumando.

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12 - O Chelsea, NY (EUA).






Hotel onde os famosos adoram morrer; lá morreram:  Sid Vicious, o poeta Dylan Thomas, o escritor Mark Twain e a cantora Janis Joplin. Ali acontecem de tudo; esferas de luz que flutuam, mudanças de temperatura e ainda inexplicáveis sons de briga e violência em quartos sem ou com hóspedes. Acreditem, eles ouvem, mas não veem nada!

13 - Hotel Queen Mary, Long Beach (EUA).


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Quanto a esse só temos este link:

AQUI


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14 - HOTEL PRISÃO KAROSTA (LIEPĀJA, LETÔNIA). 





Uma antiga prisão militar. Todos são tratados como prisioneiros, e funcionários contam histórias sobre o fantasma de uma mulher que se enforcou, contam que portas se abrem sozinhas e lâmpadas saltam dos soquetes. 

15 - HOTEL DE CORONADO (CORONADO, CALIFÓRNIA, EUA). 




A beira mar há quase dois séculos, possui relatos de aparecimentos fantasmas desde que o corpo de Kate Morgan foi encontrada em 1892. Ás vezes no saguão pegadas molhadas podem ser vistas, além de um choro triste.

16 - DRAGSHOLM SLOT (ZEELAND, DINAMARCA).





Castelo do século XII, três fantasmas residem nele; Conde de Bothwell e duas mulheres que sangram pelos olhos. O antigo nobre morreu no local em meados de 1500. 


17 - HOTEL EL CONVENTO (SAN JUAN, PORTO RICO). 





Casa da nobreza espanhola que foi convertida em um convento de freiras. Hóspedes relatam visões de misteriosas freiras - muitos são acordados por mãos carinhosas e bondosas. 

Parece não haver nada de mal no local, apenas sobrenatural.

As entidades ali parecem permanecer no bem e existe grande reserva de quartos para o local hoje em dia.

Tem coragem?




O CHECK-OUT É REALMENTE O FIM?

Você passou por 17 hotéis onde, segundo relatos e lendas, a noite não termina quando as luzes se apagam.

Agora escolha um quarto.